Nela, olhos de ressaca, olhar profundo e contundente, magnético, sugando até o profundo da alma.
E no final, o que sobrou foi destruição, a paixão despedaçada em pedaços menores que grãos de areia.
Nestas horas é que se pensa, por que? Por que, não ter se tornado um marinheiro, sem medo do mar, em cada porto, uma onda diferente?
No mar da vida, enquanto as pequenas ondas nos divertem, as grandes ondas podem tirá-la.
Mas o que seria do mar se ele fosse feito de marolas?
Aprendamos, pois, a nadar.
DISCOGRAFIA COMPLETA DA BANDA PHIR JAMAH
Há 9 meses